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Espaço
para troca de mensagens entre associados |
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Cleber Galdino de Oliveira - Curitiba
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14/10/2009 08:20:55 |
Bom dia! Gostaria de saber se alguem pode me ajudar, estou procurando o canopie do ZODIAC CH 650, caso alguem tenha pra venda ou pode dar algumas dicas para importá-lo, ficarei muito agradecido.
Bons voos a todos e muito céu azul!!!
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Luiz Henrique Ceotto - São Paulo
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20/8/2009 23:20:32 |
Aviso aos usuários e proprietários do CH-601 XL: A EASA orgão de controle normativo da aeronavegabilidade de aeronaves na Europa emitiu uma diretiva (NL-2008-003) obrigando a todas as aeronaves desse tipo a permanecerem em solo enquanto não terminar a investigação de mais um acidente envolvendo quebra de asa dessa aeronave na Holanda. Uma diretriz similar foi também expedida no inicio do ano pela FAA proibindo o vôo dessas aeronaves nos EUA. Ao que tudo indica, ja se somam mais de 10 acidentes similares indicando possiveis problemas no projeto dessas aeronaves.
Enquanto isso a Zenair se faz de ''João sem braço'' e continua e negando qualquer tipo de problema e fazendo de conta que não é com ela... No site da Zenair não existe qualquer mensão ou orientação aos seus clientes de como enfrentar esse problema. Os proprietários que se danem... afinal aviação experimental é pra isso mesmo...
Depois falam do Brasil.
Penso que a ABRAEX deveria fazer um levantamento para saber quantas aeronaves desse tipo tem voando ou estão sendo construidas no Brasil e procurar alertar seus proprietários sobre esse problema.
LHCeotto
LHCeotto
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JOÃO CARLOS CAVALCANTE TRINDADE - SANTARÉM
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12/8/2009 10:14:22 |
Olá a todos, me sinto feliz e previlegiado em fazer parte da familia dos entusiastas desse esporte tão especial, e primeira gostria d colocar uma questão aos amigos, estou contruindo o projeto do Double Eagle, para motor vw 1835, estou com duvida com relação ao tanque de combustivel quanto ao material a ser contruido, sei que tem muitas opções, estou pensando em fazer de aluminio rebitado e colado com a cola pro seal da prc, cola apropriada, mas a duvida é se a prc é resistente ao alcool visto que vou usar gasolina adtivada é a mesma contem um % em alcool, aguardo dicas dos amigos, saudações aeronautica, João Carlos
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Alexandre Pires de Oliveira - Campinas
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12/6/2009 16:34:38 |
Refém do Computador:
Segundo ultimas noticias sobre o Võo 447 da Air France talvez os pilotos tenham ficado reféns dos computadores do avião, pois a airbus comunicou que pode ter ocorrido uma falha no sistema pitot com o acumulo de gelo. Isto pode ter causado um eventual decrécimo de velocidade levando o avião à acelerar os motores fazenco com que o mesmo entrece na VNE causando a desintegração da aeronave no ar oque é mais triste dentro de um CB
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Luiz Henrique Ceotto - São Paulo
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31/5/2009 23:58:05 |
Estou usando 65 litros em cada asa mais um tanque de glissagem de 3 litros totalizando 133 litros dos quais 130 litros usáveis. O motor Continental O-200 tem 100 HP e consome 21 a 22 litros por hora. Com isso terei uma autonomia de 5 horas cheias e uma velocidade de 80 mph. Acho que ele vai voar muito bem e estou caprichando muito. A fuselagem está pronta, inclusive com os trens de pouso. Estamos agora fazendo as asas. Penso que ele ficará pronto para o final do ano ou início do próximo. Estou fazendo o modelo militar L-4, observador da 2a guerra. Talvez o pinte com as cores usadas pelo Brasil em aviões semelhantes na campanha da Itália (um deles foi exposto a menos de 2 semanas atrás no monumento dos pracinhas no Rio de Janeiro), mas não sei ainda. Preferi o L-4 por ele ter uma aparência mais "leve" além de ter uma visibilidade muito grande. O bichinho está ficando muito bonito.
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Alexandre Pires de Oliveira - Campinas
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31/5/2009 22:03:00 |
caro luiz fico contente que vc achouuma solução boapois eu vi esta plando deste meu amigo no dia em que indaguei a póssibilidade de aumentar a autonomia do J-3 pois sempregostei de voar neste tipo de avião aí ele me mostrou esta auteração qie a piper fez p/ aviões com motor C90. este tanque nas asas são de 65 litros total ou em cada asa?
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Luiz Henrique Ceotto - São Paulo
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31/5/2009 19:44:19 |
Alexandre,
Como estou fazendo um J-3 experimental, estou fazendo algumas modificações para aumentar a segurança de vôo. Uma delas é a retirada do tanque frontal que, no caso de uma colisão, poderá derramar gasolina em cima do motor quente e do magneto com risco de explosão. Como usarei partida elétrica e aviônicos esse risco aumenta ainda mais em caso de acidente. Resolvi colocar os tanques somente na sas (2 tanques de 65 litros) e dessa forma vou ter autonomia de 5 horas usando um motor O-200. Para isso eliminei o "X" de contraventamento entre a raiz da asa e a primeira barra de compressão e no seu lugar coloquei uma diagonal rígida usando a mesma solução dos Cetábria/Decatlon. Essa barra diagonal passa por dentro de um tubo instalado no interior do tanque que dá passagem ao montante sem interferência com a gasolina. A solução ficou muito boa e vai permitir que o piloto sente-se no acento dianteiro em vôo solo tendo com isso acesso fácil ao painél e melhor visibilidade frontal. Ao que tudo indica, a simples eliminação do tanque frontal de 65 litros e a colocação da baetria no cone de cauda foi suficiente para manter o CG correto em vôo solo com o piloto no assento da frente.
Meu objetivo agora é fazer uma cadeira leve e confortável para o piloto pois a cadeirinha original do J-3 para o banco da frente é de doer...
Abraços,
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Luiz Henrique Ceotto - São Paulo
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31/5/2009 19:43:51 |
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Alexandre Pires de Oliveira - Campinas
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30/5/2009 22:04:58 |
Caro Luiz Henrique Ceotto ao que me consta do J-3 -eque a altareção prevista dos tanques nas asas com a finalidade de auento de autonomia é que são 1 tanque de 3 Gal em cada asa aqu em campinas tem um mecanaco no aeroclube o Tibum que tem uma planta p/ fazer tais alterações
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Alexandre Pires de Oliveira - Campinas
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29/5/2009 09:20:36 |
sou PP como vcs ja viram tenho queda por aeronaves tipo P-56 j-3 enfim aeronaves pequenas meu telefone é 19 3276-4838 cel 19 9116-3603 gostarida de saber onde consigo plantas p/ comprar. hoje atualmente trabalho como técnico em refrigeração mas a paixão sempre foi a aviação desde os meus 16 anos alias aqueles tempos foram imemoriais para mim pois os candidatos à pilotos tinham que ser autodidatas pois aqui não existiam escolas de aviação passei grande parte de minha vida estudando em bibliotecas e sebos da cidade hoje as coisas são mais faceis pois temos otimos simuladores que nos auxiliam no aprimoramento de pilotagens como tambem a internet que nos possibilitam a busca de informação mais rapidas
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Luiz Henrique Ceotto - São Paulo
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17/5/2009 23:51:48 |
Segue a foto da festa de batismo do meu Luscombe 8-F (1946) restaurado por mim e pelo Nelsinho Smidth de Piracicaba com a presença da diretoria da ABRAEX, Eduardo Hilton, Pinheiro Neto, Sérgio Franco e muitos outros grandes amigos. O Luscombe foi batizado com o nome da minha filha "Little Luiza" que aparece na foto abaixo.
O próximo avião a ser restaurado cerá um Taylorcraft BC-12D.
Estou muito feliz com tudo que está acontecendo na minha vida.

click para ampliar
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Kid Santana - Passo Fundo
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10/3/2009 19:57:23 |
Olá pessoal, tenho uma planta do COZY MK IV #1532 e quero vende-la.Interessados contac-tar kid.santana@yahoo.com.br. Acompanha video.
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Luiz Liske - Jundiaí
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21/1/2009 17:59:56 |
Caro Ceotto
Não tenho as informações que v. deseja, mas se quiser ajuda para escrever outro e-mail para a Wag-Aero, meus inglês um pouco menos macarrônico está à sua disposição.
Sucesso nos projetos
Liske
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Luiz Henrique Ceotto - São Paulo
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13/1/2009 19:15:19 |
Prezados,
Estou construindo um J-3 (na verdade uma versão do L-4) o qual gostaria de instalar os tanques de combustível nas asas, suprimindo o tanque do nariz. O motivo é o aumento da autonomia e da segurança uma vez que estou instalando um completo sistema elétrico (rádio, X-ponder, etc) e um motor C-90 com partida elétrica e não quero saber de parte elétrica perto de tanque de combustível. As plantas são da WAG-Aero mas elas não preveem instalação dos tanques nas asas onde os tirantes (cabos de aço) interferem bastante. Já consultei a WAG-Aero no sentido de me enviarem um projeto suplementar uma vez que eles vendem os tanques das asas mas ou eles não entenderam meu ingles macarronico ou estão de má vontade. A unica coisa que me mandaram foi o esquema de ligação da linha de combustível em caso de instalação de tanques nas asas e nada sobre a questão estrutural em sí. Gostaria de saber se alguem de vocês tem a alteração estrutural necessária usando diagonal rígina nessa região em substituição aos tirantes de cabos. Agradeço antecipadamente a atenção de vocês.
Abraos, LHCeotto
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Antonio Molina Gonzalez - Madrid -Espanha
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20/9/2008 11:29:04 |
Eduardo aqui pode ver algumas fotos do Canard que meu amigo das Americas do Norte quebrou o tren de morro:
Ele quer vier ao Brasil com seu Canard, é engenheiro da Boeing. Seu nome é Steven.
http://ea4fjw.creamostuweb.org/fotos/aviacion.php
Saudaçoes cordiais a todos os leitores do forum.
Antonio
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Eduardo Hilton M Gonçalves - S Bernardo do Campo
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13/9/2008 10:56:06 |
Oi Almir
Qual a aeronave canard que você fez, gostaria de se possível, ver umas fotos do mesmo.
Abraços
Eduardo Hilton
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Luiz Liske - Jundiaí
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31/8/2008 19:24:55 |
Caro Christian
Eu tb já passei por esta fase, de ouvir muito palpite e informação contraditória e cheguei à conclusão que só o construtor pode decidir. A primeira pergunta que v. deve responder é: o que v. quer do avião? Se deseja impressinar alguma gatinha, é claro que o monoplace está fora, mas se não for o caso, verifique a fundo a missão que v. deseja que seu avião cumpra.
Eu escrevi um artigo que foi publicado no último Avião Revue e, entre outras coisas, eu faço ponderações sobre alguns itens que devem ser levados em conta na escolha do projeto.
Sucesso nos projetos
Liske
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Christian Moreira - Goiânia
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29/8/2008 18:34:25 |
Caros Companheiros. Boa noite. Acabo de ingressar na ABRAEX e tenho algumas perguntas que poderão parecer pueris, mas a função do fórum é um ajudar o outro. Então lá vai:
* Comprei um projetinho monoplace na internet. Quando comprei parecia a melhor coisa do mundo. Até já mandei um e-mail para o Eduardo Hilton falando sobre o avião. Ele chama-se Don quixote J-1b. O modelo é meio ultrapassado mas parece que é muito barato. Conversando com alguns amigos daqui de Goiânia, me aconselharam a construir um biplace. Tenho medo de enfrentar uma empreitada dessas de cara. Então pergunto: Monoplace, ou biplace? Madeira, fibra ou alumínio? Quero um projeto simples e barato. Qual opção os companheiros acham ser a melhor? Um araço para todos.
Christian Moreira
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Luiz Liske - Jundiaí
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27/8/2008 18:33:11 |
Caro José Pereira
Uma aeronave experimental de construção amadora não pode ser homologada. Para ser homologada, a aeronave precisa, entre outras coisas, ser construída por uma empresa homologada. O processo é caríssimo porque envolve, por exemplo a construção de duas aeronaves protótipo, sendo uma para testes em vôo e outra para ensaio destrutivo - sim, o pessoal pega a aeronave e aplica cargas até ela quebrar, para confirmar os cálculos que são examinados sob microscópio. Em suma, é coisa para empresa grande, organizada, com manuais de procedimentos (aprovados pela ANAC E/OU FAA, submetida periodicamente a auditorias de qualidade, etc., etc.). Todo este custo levou os americanos a criar uma nova categoria de aeronaves leves que são os LSA, onde os protótipos passam por ensaios (inclusive destrutivos) mas os requisitos não são tão rígidos como para os aviões homologados. Existem aeronaves brasileiras que já foram aprovadas como LSA nos EUA. Ainda não temos esta categoria no Brasil, mas creio que é uma questão de tempo para ser criada. Se v. pretende fazer uso comercial de uma aeronave, só tem um caminho: comprar e manter uma aeronave homologada.
Sucesso
Liske
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Almir Carlos Petry - Alegrete
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10/8/2008 14:28:30 |
Amigo Altair Coelho, quero parabenizá-lo pelo que tens feito pela aviação experimental, esta coisa maravilhosa que tomou e toma o tempo de algumas pessoas. Pessoas estas que se jogam de cabeça nesta causa tão nobre e bonita que é a arte de criar e voar suas máquinas. Poucos tem o privilégio de tirar do chão estas suas máquinas, por mais rudes e simples que estas sejam, mas que voam.
A satisfação que senti ao tirar do chão a aeronave, por mim projetada e construída, o ALP 3 (ultraleve Canard) foi indescritível. Imagino as emoções que tivestes ao voar suas primeiras máquinas. Meus parabéns pelo que fizestes e ainda faz.
Um abraço do amigo que em tempos atrás (mais ou menos 15 anos, construindo o KR2), bateu na tua porta pedindo informações, por que já era referência , uma das poucas ou a única aqui do sul, na aviação experimental.

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